No Brasil, desde o primeiro "apagão", o problema energético nos sensibiliza, mais especificamente no que se refere à geração e consumo da energia elétrica. Não sendo a geração de tal energia, no passado recente a que se faz referência, suficiente para atender à demanda, foram cogitadas medidas que iam desde a aplicação de multas para o excesso de consumo, até o corte puro e simples, do fornecimento. A despeito do tumulto e apreensão causados por aquela maneira discutível de tratar o problema, a questão permanece atual e merece uma reflexão, através de uma abordagem isenta e produtiva.
Mesmo porque, com o desenvolvimento da sociedade e com a maior oferta de produtos, novos patamares de conforto são estabelecidos e, em consequência, uma maior quantidade de energia é necessária para atingi-los. É oportuno lembrar aqui as divergências políticas quanto à abordagem do problema pelas potências mundiais. De um lado os EUA, maiores consumidores de energia do planeta, que, ao que parece, optam pela utilização de fontes não renováveis e não demonstram preocupação com a economia de energia - de outro, os países europeus desenvolvidos que adotam uma postura conservativa, incrementando a utilização da energia solar e da energia eólica, por exemplo.
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