As recomendações
quanto à necessidade de níveis de iluminação adequados para a
realização confortável de atividades visuais em ambientes internos -
conforto visual - já se tornaram
amplamente conhecidas.
Sabe-se assim, que à determinadas solicitações da visão, devem
corresponder níveis ideais de claridade.
No interior de uma edificação, mesmo durante o dia, tais níveis dificilmente são
conseguidos apenas com a utilização de meios naturais -
janelas,
iluminação zenital - sendo portanto
necessária também, a utilização da iluminação artificial, assunto que dá
margem à uma série de considerações.
Isso porque, tão importante quanto o nível de iluminação requerido,
são: as características da fonte - tipo de lâmpada, cor da luz - e a
maneira como tal iluminação será distribuída, além das
características do próprio ambiente a
iluminar.
Disso
dependerá como tal ambiente será percebido, e como serão vistos os objetos
no seu interior.
À distribuição da luz, estão relacionadas as luminárias a serem
utilizadas, que poderão concentrar ou difundir a claridade.
As luminárias difusoras uniformizam tal claridade, eliminando as sombras.
Já as luminárias direcionais, reforçam o contraste claro/escuro,
necessário para a percepção da forma e textura dos objetos.
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Iluminação
Elétrica.
Sinopse
Neste livro, a experiência do autor, como professor adjunto na Universidade Federal de Minas Gerais e como diretor de indústria do ramo, contribui decisivamente para que a exposição dos assuntos seja clara, obtendo-se um texto sem colocações exageradamente acadêmicas, prático, mas que nunca se afasta do rigor científico.