As rampas permitem o acesso
entre diferentes níveis de uma edificação e, embora exijam um espaço
muito maior que as escadas, são mais confortáveis, suaves e seguras
que aquelas.
Sua utilização é, assim, obrigatória em locais que devam ser
acessíveis à
pessoas limitadas em sua capacidade de
locomoção, como:
idosos, enfermos e portadores de deficiências, ou ainda, permitir a
circulação de equipamentos dotados de rodas.
Dessa forma, escolas, hospitais, clubes, cinemas, teatros, museus, e
edifícios públicos, de uma maneira geral, devem dispor de rampas, de
forma a garantir o acesso a qualquer pessoa.
Por destinarem-se preferencialmente às pessoas limitadas em sua
capacidade de locomoção, o projeto de uma rampa deve considerar,
cuidadosamente, aspectos como:
. inclinação compatível,
. piso antiderrapante,
. corrimãos duplos, e
.corrimãos com terminações arredondadas.
É oportuno lembrar, que as rampas devem ser preferidas também, em
saídas de emergência. Devem ser previstos, ainda, patamares nos
extremos de uma rampa, bem como patamares intermediários a cada 1,50
metros de elevação.
Veja Também: Acessibilidade
Arquitetura Pelas Escadas
Sinopse
Em 'Arquitetura pelas escadas', a arquiteta e fotógrafa Patrícia Cardoso conta histórias da capital paulista e apresenta mais de 60 fotos de escadas e rampas que expressam estilos arquitetônicos de diversas épocas da cidade.